Quem somos

Lançada em 2018, a Rugas de Expressão é uma START-UP DE IMPACTO SOCIAL que tem por missão a Investigação, Educação e Desenvolvimento de práticas Inovadoras sustentáveis (I&D&I&E) que sistemicamente promovam BEM-ESTAR  E O FLORESCIMENTO NA VELHICE.

Em resposta à necessidade daqueles que se encontram em situação de dependência, com ou sem alterações cognitivas, motoras e/ou sensoriais, a Rugas de Expressão desenvolveu um modelo vivencial integral centrado na pessoa sénior, que garante as ferramentas necessárias à sua expressão artística, emocional, energética e social. Assegurada por uma equipa de profissionais especializados, esta intervenção decorre de forma continuada e interdisciplinar, promovendo um envelhecimento construtivo, participativo e integrado.

Esta é a proposta de valor que nos comprometemos a disseminar nacional e internacionalmente, através da cooperação e capacitação de entidades para o paradigma emergente nos cuidados geriátricos – uma est(ética) compassiva do cuidado.

Valores

CONSCIÊNCIA

Da impermanência da Natureza.

INTEGRIDADE

Para com todos e a cada momento.

HUMANESCÊNCIA

Fazendo do bem-estar a prioridade.

RESILIÊNCIA

E cumplicidade em todo o processo.

ACOLHIMENTO

Das emoções e histórias de vida.

RESPONSABILIDADE

De fazer cada vez melhor.

 

INOVAÇÃO

Para uma sociedade sustentável.

EQUIPA

"A velhice é digna na medida em que resiste, afirma o seu direito, não deixa ninguém roubar o seu poder."

CÍCERO (106-43 a.C)

O QUE FAZEMOS

Concebido pela Rugas de Expressão enquanto espaço-tempo de expressão e florescimento, o modelo de intervenção grupal TANGRAM apresenta-se como uma solução integral e inovadora centrada na pessoa sénior constituída por 7 dinâmicas vivenciais, onde se desenvolvem propostas que não se limitam a estimular os sentidos, as funções motoras e cognitivas, mas que estendem o seu âmbito ao florescimento e à integração de aspectos socioafectivos de forma sadia.

Numa abordagem equânime e de partilha , os participantes são convidados para um espaço seguro de expressão em que a relação eu-outro(s) se torna reparadora através do acolher das emoções que fluem através da música, do movimento, da voz, das palavras,  e das imagens que vão ganhando forma, aproximando afectivamente os membros do grupo.

A equipa especializada, que intervém interdisciplinarmente, tem à sua disposição os materiais necessários à potencialização da expressão dos participantes, assegurando que a individualidade de cada elemento seja respeitada através da criação de propostas significativas adequadas  à sua história de vida, preferências, limitações e ao “aqui e agora.

O modelo vivencial TANGRAM garante assim, a 2 grupos de 8 participantes, 1h30 de intervenção diária, de segunda-feira a sábado, ao longo de todo o ano, desenvolvendo-se de forma continuada em ciclos de 6 meses a 1 ano, na própria Residência Sénior ou Centro de dia, as 7 dinâmicas propostas:

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Expressão Musical

A voz é apenas um entre os muitos instrumentos a que recorremos para estimular os sentidos e comunicar.

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Expressão Literária

Onde a Palavra – escrita, lida e ouvida, ampliam a criatividade e o auto-conhecimento.

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Consciência Simbólica

Um lugar de partilha e empoderamento, onde se elabora sobre questões como a construção do sentido de vida, o idadismo e o presente.

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Práticas Energéticas

Através do chi kung terapêutico a energia de cada um é mobilizada e harmonizada

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Artes Naturais

Um momento de contemplação e criação com os ciclos e transformações próprios da natureza.

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Expressão Plástica

Explorando diversos materiais e técnicas desenvolvemos a criação de objectos expressivos e comunicantes

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Expressão Dramática

O movimento e a palavra dão forma às relações entre o eu e o outro, resignificando cada história.

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Na Rugas de Expressão simplesmente faz sentido:

  • O acesso a metodologias inovadoras e profissionais de excelência, comprometidos com a investigação e desenvolvimento de intervenções não farmacológicas
  • O acesso a materiais de qualidade que potenciem a criatividade das propostas dos profissionais e as respostas dos participantes;
  • O assegurar da continuidade por alguém que acompanha o processo grupal.
  • A elaboração do Plano de actividades tendo em conta a individualidade de cada um (histórias de vida, preferências, limitações e o “aqui e agora”).
  • O aumento do tempo dedicado a cada pessoa, auferindo-se uma percepção mais clara das necessidades individuais
  • A realização de dinâmicas extraordinárias que potenciem o bem-estar dos participantes (p. ex. Actividades Assistidas por Animais)
  • A pertença a uma rede de entidades pioneiras na promoção do bem-estar
  • A monitorização por uma entidade externa independente e reconhecida no setor
  • A implementação e assistência personalizadas

F.A.Q.

Qual o público-alvo do serviço TANGRAM?

O serviço TANGRAM está projectado para a terceira e quarta-idades, tomando em consideração as alterações motoras, cognitivas e sensoriais dos participantes, na adequação das suas dinâmicas vivenciais. Enquanto serviço inclusivo, está também projectado para participantes que apresentem doenças degenerativas e/ou progressivamente incapacitantes.

Porquê uma solução de outsourcing?

Através da externalização de serviços é possível criar uma parceria estratégica e sólida entre a Rugas de Expressão e a instituição de acolhimento, ampliando a sua oferta com a expertise de uma equipa especializada e de uma metodologia integral, tornada sustentável pela economia de escala .

O serviço TANGRAM está disponível na minha zona?

O serviço TANGRAM está a ser implementado na zona da Grande Lisboa

O serviço TANGRAM está disponível ao domicílio e/ou em sessões individuais?

O serviço TANGRAM é caracterizado por um conjunto de dinâmicas vivenciais grupais, no entanto, os nossos profissionais estão disponíveis para um atendimento particular ao domícilio, ou individualizado na instituição, por forma a facilitar o acesso aos utentes que não têm a possibilidade participar nas dinâmicas grupais. Se este é o seu caso por favor contacte-nos.

Pretendo contratar o serviço TANGRAM, o que devo fazer?

Contacte-nos por forma a agendarmos uma reunião em que possamos adequar o serviço às necessidades da instituição.

Quais os meios que a instituição necessita de disponibilizar?

• Local afecto à atividade com a privacidade e as comodidades necessárias aos participantes.
• Funcionário afecto ao acompanhamento dos participantes ao local da prestação do serviço e entre este e o WC.
• Espaço de arrumos para as criações dos participantes.
• Acesso à ficha individual do utente para fins de avaliação e personalização do serviço.

CONTACTOS





"...é uma empresa cujo objectivo principal é ter uma incidência social, mais do que gerar lucros para os seus proprietários ou parceiros. Opera no mercado fornecendo bens e prestando serviços de maneira empresarial e inovadora, e utiliza os seus excedentes principalmente para fins sociais. É gerida de forma responsável e transparente, nomeadamente associando os seus empregados, os seus clientes e outras partes interessadas nas suas actividades económicas. Por «empresa social» a Comissão [Europeia] entende as empresas : 

▪ cujo objectivo social ou de sociedade, de interesse comum, justifica a acção comercial, que se traduz, frequentemente, num alto nível de inovação social; 

▪ cujos lucros são reinvestidos principalmente na realização desse objecto social; 

▪ cujo modo de organização ou sistema de propriedade reflecte a sua missão, baseando-se em princípios democráticos ou participativos ou visando a justiça social"

Antigo jogo chinês, que consiste na formação de figuras por meio de 7 peças. A sua origem remonta a uma lenda em que um sábio chinês quebrou uma placa de jade que era para o imperador, e ao tentar juntar os pedaços percebeu a quantidade de formas que poderiam ser criadas (mais de 6000).

Silva Henriques, n. 1987, é formado em Pintura pelas Belas Artes de Lisboa e mestre em Encenação pela Escola Superior de Teatro em Cinema, onde elaborou a sua dissertação sobre a noção de normalidade e a sua influência sobre a percepção. Tem traçado um percurso eclético reunindo os conhecimentos das artes plásticas aos das artes performativas, investigando o que há de transformador na obra de arte. Tem um especial Interesse pelas manifestações de arte bruta, arte popular e arte pública e considera que as relações entre ética e estética têm sido os dínamos da sua pesquisa. Fundador da Rugas de Expressão, vê no encontro de gerações uma oportunidade de criar impacto e coesão social, contribuindo para uma sociedade mais justa.
Luísa Pinheiro crê numa vida sem prazos de validade, é precisamente sob este lema que funda em 2015 a Associação Cabelos Brancos que dirige actualmente. Nascida entre serras, no distrito de Viseu em 1977, é na natureza que encontra inspiração e o equilíbrio que almeja para uma sociedade de todos e para todos vivendo a saudade de um futuro em que novos e velhos vivem em harmonia e entreajuda. Licenciou-se em Política Social pela Universidade de Lisboa,tirando mais tarde uma Pós-Graduação em Comunicação Multimédia, pelo ISCIA. Tem uma visão inclusiva e participativa da sociedade onde não falta espaço para a inovação social na área da cidadania, educação, envelhecimento e intergeracionalidade.
Ricardo Sousa Fonseca, nascido em Lamego em 1982, é enfermeiro, escritor e terapeuta. Escreveu três livros num registo intimista, quase autobiográfico, e participou em diversas coletâneas de poesia e prosa, demonstrando a sua versatilidade no mundo das palavras. Colabora com a redação de artigos na área de desenvolvimento pessoal em diversas revistas e blogues nacionais na área da saúde e espiritualidade. Desenvolveu o conceito de Escrita Terapêutica, onde utiliza a escrita como ferramenta terapêutica para a gestão de emoções, promovendo a mesma através de workshops, palestras, consultas, grupos de partilha, tendo como principal objetivo o calcorrear da sua missão de Vida como Cuidador.
Helena Dias Pinto, nascida em França em 1979, é arte-terapeuta, arte-psicoterapeuta (Sociedade Portuguesa de Arte-terapia) e psicóloga (Universidade de Coimbra), com especialidade em psicologia clínica e em intervenção comunitária. O seu percurso esteve desde sempre ligado à intervenção social e à educação não-formal. O seu gosto pelas artes levou-a a procurar integrar o potencial transformador da arte no contexto da relação terapêutica. Enquanto arte-terapeuta utiliza materiais das artes como mediadores do desenvolvimento pessoal, potenciando a expressão emocional, a criatividade e a atribuição de significado às vivências, numa prática que respeita a individualidade e as necessidades de cada um.
Artur Correia, n. 1971, é Psicopedagogo e Musicoterapeuta (MTC) certificado pela APMT. Após a licenciatura em Psicopedagogia Curativa, inicia um percurso de descoberta e encontro com as experiencias de intervenção comunitária e desenvolvimento humano recorrendo a diferentes mediadores expressivos. Como formação complementar, especializou-se em Terapias Expressivas pela FMH e fez mestrado em Musicoterapia pela Universidade Lusíada. Tem formação em Counselling, segundo o modelo humanista de abordagem centrada na pessoa da APPCPC, realiza intervenção em diversos contextos de promoção de saúde mental (doenças neurodegenerativas, doença mental crónica, entre outras), e desenvolve acções de sensibilização, formação, grupos terapêuticos e comunicações no âmbito da Musicoterapia; entre outros mediadores relacionais e expressivos em saúde mental.
Clara Marchana, nasceu em Lisboa em 1976. A sua pesquisa e trabalho caminham entre a dança e o teatro, o corpo e a palavra. É Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança de Lisboa, e em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, curso bietápico - Ator/Encenador. Frequentou o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança, a Accademia Internazionale di Teatro em Roma. Fez o Curso Profissional de Artes Circenses no Chapitô e frequentou o Curso de Instrutores de Chi Kung Terapêutico da E.S.M.T.C.. Trabalha como coreógrafa e como intérprete com um vasto leque de encenadores e coréografos nacionais e internacionais. Sente como Stanley Kubrick que "as partes mais importantes do filme são as misteriosas, aquelas que se encontram para lá da razão e da linguagem."
Augusto Kirch, n. 1983, natural do Rio Grande do Sul - Brasil, formou-se em Psicologia com ênfase nas áreas clínica, organizacional e institucional. Após um período sabático faz o Curso de Design em Permacultura iniciando um ciclo de grandes transformações. Passa a vivenciar e a estudar um modo de vida mais saudável e conectado com a natureza, realizando cursos na área da alimentação saudável. Já em Lisboa, estuda macrobiótica, horta biológica em permacultura e segue no processo de desenvolvimento pessoal e investigação da agricultura biológica, permacultura e estilo de vida saudável. Tem como um dos propósitos de vida, auxiliar na promoção da qualidade de vida e bem estar das pessoas através das terapêuticas naturais.
Eva Domínguez nasceu no sul do sul de Espanha em 1971, apesar de sentir a sua alma de aldeia, o Universo empurra-a para a cidade, onde encontra espaço para partilhar essa conexão com a terra e a comunidade . Licenciou-se em Sociologia pela Universidade de Granada (Espanha), onde começou o seu percurso de formações e aprendizagens académicos que dura até o presente (Serviços Sociais, PNL Transpessoal, Chi Kung Terapêutico, etc.). A sua visão e missão na vida é participar da construção duma sociedade onde o Ser Humano desenvolva o seu potencial físico, emocional e espiritual em harmonia com a Natureza e onde todas as faixas etárias sejam um fluir da própria vida, onde o encontro destas seja a partilha de tesouros vitais.

“À nova concepção de saúde importa uma visão afirmativa, que a identifica com bem-estar e qualidade de vida, e não simplesmente com ausência de doença. A saúde deixa de ser um estado estático, biologicamente definido, para ser compreendida como um estado dinâmico, socialmente produzido. Nesse marco, a intervenção visa não apenas diminuir o risco de doenças, mas aumentar as chances de saúde e de vida [...]. Proporcionar saúde significa, além de evitar doenças e prolongar a vida, assegurar meios e situações que ampliem a qualidade da vida “vivida”, ou seja, ampliem a capacidade de autonomia e o padrão de bem-estar que, por sua vez, são valores socialmente definidos, importando em valores e escolhas.”

Buss, P. M

Filipa Lys, n. 1978. Cuidadora e pesquisadora das artes do cuidar. Formada em Sociologia pela Lusófona, procurou o Shiatsu para aprender a cuidar do corpo nas suas múltiplas dimensões. Pratica meditação desde 2012, altura em que fez um retiro num mosteiro no Nepal, tendo de seguida feito a formação de Educação Universal na FDCW, tornando-se facilitadora de um dos seus programas, as 16 Guidelines. Colaborou durante um ano numa clínica, na Índia, nos programas de saúde comunitária e execução de actividades educativas e de desenvolvimento. Cuidou do seu Pai, desde o seu diagnóstico de demência até à sua partida, durante três anos. Acredita, por experiência, na prática da meditação e nos recursos da Educação Universal, como recursos preciosos de saúde e bem-estar. Foi oradora na Conferência Alzheimer e outras Demências, a convite da Alzheimer Portugal, em 2017 sobre o tema "Compaixão e Sabedoria", com base na sua experiência como cuidadora.

Alexandre Asseiceiro, nascido em Lisboa em 1977, é formado em Geografia pelo actual Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa e pós-graduado em Sistemas de Informação Geográfica pela Universidade de Girona, Espanha, área que tem vindo a especializar-se desde então. Paralelamente à concepção de Sistemas de Informação, tem vindo a impulsionar diversos projectos na esfera economia social e solidária. Particularmente atento à relação da info-exclusão com a exclusão social, tem-se dedicado, desde 2013 a facilitar o diálogo máquina-pessoa numa perspectiva inclusiva que potencialize a cidadia activa, contribuindo para que os mais velhos se sintam cidadãos do mundo.